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Gestão de risco nas empresas: 5 dicas para fazer de forma eficiente


Gestão de risco nas empresas: 5 dicas para fazer de forma eficiente

A gestão de risco nas empresas é uma das medidas essenciais para a longevidade do negócio. Isto porque garante a capacidade de lidar um pouco melhor com a imprevisibilidade do mercado. Além de proporcionar segurança na execução dos processos operacionais.

No entanto, implementá-la não é tão simples, não só porque precisa conhecer seus fundamentos, como investir em diferentes ferramentas e estratégias de controle. Pensando nisso, hoje, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre a gestão de risco. Confira!

O que é a gestão de risco?

A gestão de risco é a junção de uma série de processos de identificação, avaliação e controle, para evitar, gerir ou transferir os riscos. É uma atividade fundamental para todas as empresas, independente das fases de seu ciclo de vida, sendo um processo contínuo e não pontual.

Por exemplo, imagine uma empresa de pequeno porte que fabrica componentes eletrônicos, especialmente, peças para celulares. No entanto, há uma crise na matéria-prima de chips. No momento, a empresa ainda tem estoque suficiente para um mês, mas não sabe como lidará nos próximos. Podemos chamar toda essa situação de um risco que se concretizou.

Agora, imagine se essa mesma empresa tivesse preparado um estoque de um ano, calculando a demanda pela média de pedidos do ano passado. Provavelmente, eles não teriam que se preocupar se a situação do parágrafo anterior acontecesse e poderiam aumentar a vantagem competitiva, pois se preveniram.

Por que a gestão de riscos é importante?

O risco se caracteriza por ser um problema potencial, ou seja, uma situação ruim, ou complicada, que pode acontecer. Dependendo de seu estágio no negócio, pode afetar a capacidade de recursos para as atividades.

Portanto, nada mais importante do que ter mecanismos para tornar o seu impacto menos nocivo para o ciclo de vida da empresa. Por isso, a gestão de riscos é uma ferramenta tão importante. Ela ajuda a evitar e a reduzir os riscos, inclusive, contendo as possíveis perdas causadas por esses eventos e trazendo mecanismos para eles poderem ser previstos e monitorados.

Tipos de riscos financeiros

Existem diferentes tipos de riscos que uma empresa pode enfrentar. Desde aqueles considerados controláveis, como a quebra de equipamentos ou acidentes de trabalho, até os incontroláveis, que estão mais relacionados às condições externas do mercado e também das finanças. Aqui vão desde inadimplência de consumidores, até uma crise econômica ou, como vimos nos últimos anos, a pandemia do coronavírus.

Como realizar a gestão de riscos na empresa? Conheça 5 passos!

Por sorte, a gestão de riscos é uma atividade realizável por qualquer empresa. O mais importante é conhecer as principais etapas e desenvolver um sistema periódico de trabalho. Para ajudar você nesse processo, separamos os principais passos para implementá-la na sua empresa. Confira!

1. Faça um planejamento prévio

O primeiro passo é realizar um planejamento das operações do seu negócio. Ele pode ser feito tanto no fim ou no começo do ano, mas a ideia aqui é que a gestão tenha um direcionamento. Nesse ponto, algumas perguntas devem ser respondidas: onde a empresa pretende estar no fim do ano? Quais são os planos para as finanças? Quais situações ou comportamentos que o negócio quer evitar? Entre outras.

2. Identifique e classifique os riscos

Um passo fundamental para gestão de risco é conhecer a empresa. Isso porque, sabendo sobre os processos e operações do negócio com detalhes, é possível entender quais são as suas fragilidades e vulnerabilidades.

Como explicamos em tópicos anteriores, o risco tem uma relação direta com um problema em potencial, portanto olhar os aspectos sensíveis da empresa pode apontar o surgimento dessas situações.

3. Faça uma análise qualitativa e quantitativa

Tanto a análise qualitativa quanto a quantitativa são ferramentas importantes para compreender de forma estruturada as operações do negócio.

A primeira auxilia a definir o nível de impacto que cada risco tem para, além de sua probabilidade. A segunda ajuda a mensurar os possíveis efeitos das situações já identificadas. Portanto, ambas funcionam como ferramentas para extrair dados que ajudarão a decidir qual é a melhor conduta para o negócio.

4. Realize o tratamento dos riscos

Após a coleta e análise de dados e identificando quais são os riscos, é hora da gestão começar um trabalho de tratamento. Isto é, definir um plano de gerenciamento para ajudar a empresa a lidar com essas imprevisibilidades. Nesse momento será interessante determinar algumas orientações baseadas em cinco tipos de condutas: evitar, reter, reduzir, transferir e explorar o risco.

5. Efetue o monitoramento

Com o tratamento definido, caberá à empresa manter uma conduta de vigilância perante essas situações. Não só aos riscos expostos, mas também às possibilidades. Será importante determinar, nessa fase, tanto os recursos de gerenciamento quanto as ações para continuar mantendo o nível de risco baixo. Alguns tipos de ferramentas são: relatórios, softwares de gestão, indicadores de desempenho, canal de denúncias, criação de políticas internas, entre outros.

Por que a gestão de riscos deve estar conectada com a gestão de cobrança?

Quando falamos de inadimplência, especialmente de consumidores, sabemos que há um grande risco envolvido. Afinal, a falta de pagamento resulta em valores que a empresa esperava receber. Sua inexistência tem um impacto muito grande no balanço financeiro da companhia e, consequentemente, em seus investimentos e planos.

Sendo assim, utilizar ferramentas, ou mesmo ter um serviço de cobranças, é uma forma de encarar esse risco de frente e amenizar o seu impacto. Essa gestão acaba se tornando uma aliada não só para que a empresa receba os seus pagamentos de forma adequada, mas para poder lidar com suas finanças sem problemas.

A gestão de risco nas empresas tem um importante papel para garantir a longevidade do negócio. Mais do que uma estratégia, ela é uma conduta que deve ser mantida periodicamente. Por isso, é muito importante que a empresa invista em um plano de gerenciamento, contando com as possibilidades de risco. Além disso, entender que ter um controle de suas cobranças é fundamental para implementar apropriadamente a gestão de risco e evitar problemas financeiros no médio e longo prazo.

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