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O que é mobile banking? Entenda como funciona


O que é mobile banking? Entenda como funciona

É inegável como os smartphones passaram a ocupar papel central na vida de praticamente todo mundo. Seja para se comunicar, seja para consumir ou acessar uma série de serviços, esses aparelhos conectados à internet costumam ser a primeira opção em muitos casos. Não por menos, no setor financeiro, o conceito de mobile banking ganha cada vez mais força.

Se você não sabe o que é o mobile banking, como ele funciona e quais são seus desafios e vantagens, fique calmo. Neste texto, vamos explorar todos esses pontos para mantê-lo atualizado a respeito dessa tendência. Boa leitura!

Afinal, o que é o mobile banking?

Não é difícil entender o que é o mobile banking. Pelo contrário: como cliente, é provável que você já use serviços do tipo sem sequer saber que eles têm esse nome. Na prática, esse termo define a oferta de serviços bancários (como transferências, consultas de saldo, pagamentos, aplicações financeiras, entre outras operações) por meio de dispositivos móveis que comportam aplicativos. Ou seja, estamos falando de smartphones, tablets e em alguns casos até mesmo de smartwatches.

Com essa possibilidade, o cliente tem acesso a praticamente todos os serviços da sua instituição financeira na ponta dos dedos, sem precisar se deslocar até a agência ou o caixa eletrônico e sem estar na frente de um computador de mesa ou notebook.

Os números reforçam que a adoção desse canal de relacionamento com as instituições financeiras é uma tendência forte. Uma pesquisa sobre tecnologia bancária encomendada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostra que o número de operações feitas por dispositivos móveis saltou 20% de 2019 para 2020.

Enquanto em 2019 foram processadas 37 bilhões de operações, no ano seguinte esse número chegou a 52,9 bilhões. O crescimento foi impulsionado pela pandemia e pelo pagamento do auxílio emergencial. Essa combinação de fatores colocou definitivamente os celulares e demais dispositivos móveis como um dos canais de atendimento mais relevantes para o setor bancário.

Nessa esteira também ganham cada vez mais espaço no mercado as instituições financeiras 100% digitais, em que todo o contato com cliente, desde a abertura da conta, é feito exclusivamente por meio de aplicativos para celular. Além da praticidade, muitas dessas empresas cumprem um papel importante na inclusão bancária, permitindo que um número maior de brasileiros tenha acesso a esses serviços.

Quais são os desafios do funcionamento do mobile banking?

É claro que a disseminação ainda maior do mobile banking depende da superação de alguns desafios. A segurança, por exemplo, ainda é um dos aspectos que mais chamam atenção, tanto dos usuários quanto das empresas.

Os celulares são cada vez mais alvo de fraudes e golpes que buscam roubar informações sensíveis que permitam o acesso aos aplicativos dos bancos. Por isso, a tecnologia do setor procura sempre integrar soluções de segurança que envolvam o uso de dados biométricos e de múltiplas etapas de segurança.

Além disso, as instituições precisam fortalecer a educação dos usuários, para que eles estejam mais aptos a reconhecer tentativas de fraudes e a lidar com elas, o que ajuda a diminuir a chance de problemas. Por outro lado, esse tipo de proteção não pode prejudicar a experiência do usuário.

Por falar nesse assunto, outro desafio da implementação do mobile banking envolve a melhoria constante da usabilidade das aplicações oferecidas aos clientes. Elas não devem apenas ser seguras e confiáveis, mas também simples e amigáveis com diferentes perfis de usuários.

Por fim, para os bancos e demais instituições financeiras, um desafio adicional envolve tornar o mobile banking um canal cada vez mais transacional, tornando-o não só prático e cômodo, como mais rentável. Assim, é natural que cada vez mais serviços sejam oferecidos por meio dessas telas menores, de modo a agregar valor, fomentar a inovação de forma contínua e atrair mais consumidores para essas soluções tecnológicas.

E quais são as suas vantagens?

O principal benefício do mobile banking é a comodidade. Com poucos toques na tela e estando em qualquer lugar, é possível resolver praticamente qualquer questão envolvendo dinheiro, a qualquer hora do dia, em todos os dias da semana e horários.

Levando em conta que o país tem 424 milhões de dispositivos digitais em uso, sendo 234 milhões deles smartphones, oferecer serviços bancários nesses canais é uma forma de atingir boa parte da população.

De certa forma, os novos métodos de pagamento são reflexo dessa grande penetração dos dispositivos móveis no setor financeiro. É só pensar, por exemplo, no Pix, sistema de pagamento e transferências de recursos mantido pelo Banco Central, que desde sua implementação teve grande adesão da população. No primeiro ano de funcionamento, o sistema registrou 110 milhões de usuários.

Além disso, ter acesso às informações bancárias a poucos toques sempre que for necessário reforça a autonomia do consumidor em relação a sua vida financeira e pode ajudá-lo até mesmo a ter mais controle sobre seu dinheiro.

Com essas informações em tempo real, fica mais fácil acompanhar tudo o que entra e sai da conta, sem precisar consultar extratos no caixa eletrônico.

Não é raro que os próprios bancos disponibilizem em seus aplicativos soluções de controle financeiro. Assim, com a integração proporcionada com a adoção ampla do open banking, cada vez mais os clientes terão à disposição ferramentas para lidar da melhor forma possível com suas informações financeiras, sempre com a autonomia e conhecimento necessário para tomar as melhores decisões a qualquer momento.

Parte de tudo aquilo que o mobile banking tem para oferecer já veio para ficar na vida de consumidores e empresas. Difícil imaginar ficar sem o celular para fazer pagamentos e transferências, não é mesmo? De agora em diante, a expectativa é de que, aos poucos, novas soluções sejam integradas aos aplicativos, ampliando ainda mais as possibilidades para esses serviços, tornando-os mais eficientes e atrativos.

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