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Reestruturação de empresas pós-pandemia: o que fazer para crescer?


Reestruturação de empresas pós-pandemia: o que fazer para crescer?

Ninguém poderia prever que, em 2020, passaríamos por um dos momentos mais delicados dos últimos anos. A pandemia afetou não só a maneira como nos relacionamos com os outros, mas também como consumimos. O coronavírus simplesmente reduziu a economia como conhecíamos, trazendo consequências que impactarão profundamente os nossos negócios daqui para frente — por isso é preciso começar a pensar na reestruturação de empresas.

Como estamos chegando a um momento em que há mais controle da doença e o consumo começa a voltar aos poucos, devemos pensar sobre as novas possibilidades para o mundo empresarial. Neste texto, reunimos algumas respostas para quem quer sobreviver nos mundo pós-pandemia. Continue e confira os detalhes!

Qual é o poder da reestruturação de empresas nesse momento?   

Reestruturar sempre representa uma possibilidade de sobrevivência. Em meio a crises, sejam elas externas ou internas, a reestruturação tem o poder de fornecer um novo olhar aos processos de um negócio. No caso do coronavírus, por causa das medidas de prevenção, muitos estabelecimentos tiveram que fechar suas portas, conseguindo vender apenas por delivery e internet.

Essa não parece uma mudança tão inovadora, visto que já faz quase 30 anos que temos internet. Porém, muitas das empresas afetadas pela crise ainda não tinham migrado para o mundo digital e tiveram que se adaptar rapidamente para sobreviver. Essa mudança de estrutura mostra que repensar os modelos de negócio é fundamental em momentos de crise: ou seja, para quem quer continuar operando, ficou evidente que é preciso estar preparado para mudanças e se adaptar para continuar crescendo.

Por que rever o seu negócio no pós-pandemia?

No tópico anterior, falamos como o coronavírus obrigou muitas empresas a tratarem o digital como um importante aliado. Mas é fato que ninguém esperava um fator tão impactante quanto a pandemia. O efeito econômico atingiu todos os continentes, e grandes economias — como a China e os Estados Unidos — tiveram quedas significativas em seu PIB.

Na realidade brasileira, muitas empresas tiveram que repensar todo o seu planejamento anual, mudando suas estratégias para o curto prazo. Algumas não suportaram os impactos e fecharam suas portas permanentemente. Logo, o que sabemos sobre o pós-pandemia é que ainda permanecerão as incertezas em relação aos impactos do vírus. Muitos negócios devem agora começar pensar com inteligência e assertividade em quais mudanças precisam ser feitas na sua estrutura e no modelo de negócio.

Outro ponto é rever a importância do capital de giro para a empresa. Principalmente para as de médio e pequeno porte, a geração de fundos de emergência deverá fazer parte dos planos, justamente para se estabelecer e conseguir lidar com futuras crises.

Por que questionar os processos na empresa?

A verdade é que, em termos gerais, a maioria dos processos empresariais pouco mudou durante as últimas décadas. Muitos deles são ainda bastante burocráticos — como a geração de contratos impressos. Com a transformação de muitas iniciativas, migrando para o on-line, essas atividades que antes eram feitas pessoalmente não serão mais tão necessárias.

Um bom exemplo são as reuniões. Neste ano, ficou claro que muitas delas podem ser feitas de forma totalmente digital — inclusive, sem a necessidade de o funcionário estar no local de trabalho. O home office, que se tornou uma necessidade, será permanente para muitas empresas. O QuintoAndar é uma dessas companhias que decidiram adotar para sempre o trabalho remoto.

Portanto, de uma maneira geral, os negócios precisarão se adaptar em relação a essa nova estrutura. É necessário que se pense também em como ajudar o colaborador nesse processo. O que a empresa pode oferecer para melhorar a estrutura de trabalho? Cadeiras? Mesas? Vai ajudar no custo da internet? As respostas para essas perguntas podem fazer a diferença tanto para a motivação da equipe como para a qualidade do trabalho.

Como a transformação digital afetou e continua afetando as organizações?

Ao longo deste texto, falamos como as tecnologias digitais foram importantes para a sobrevivência das empresas nesse momento. O uso de inovações — seja por meio da venda de produtos na internet, de atendimentos via videoconferência ou de entregas por delivery — ofereceu uma perspectiva do que pode ou não funcionar no novo normal.

De fato, algumas empresas já ofereciam esse modelo de negócio, mas o que podemos perceber é que o uso das tecnologias será cada vez maior. Começaremos a ver mais sites de e-commerce, impressoras 3D e empresas utilizando big data para capturar os dados e analisá-los.

A pandemia, consequentemente, deixa algo claro: uma empresa que não conseguir adaptar o seu processo produtivo ao mundo digital não sobreviverá. Desse modo, aquelas que já começaram a utilizar canais on-line para manter suas vendas devem ter em mente que não poderão mais escolher entre o mundo físico e o digital. Precisarão mesclar o uso de ambos para não perder mercado para a concorrência.

Qual é a importância do atendimento humanizado para o novo normal?

Hoje, apesar de boa parte dos processos serem on-line (e provavelmente continuarão assim no pós-pandemia), nós vivemos em uma época na qual o modo de enxergar o consumo mudou para a maioria das pessoas. Não temos mais compradores estáticos; agora, quem compra valoriza muito qual é o impacto que a empresa traz para o mundo. São pessoas que não têm medo de dizer quando estão insatisfeitas — e por isso buscam um atendimento mais humano.

Por conta das muitas vidas perdidas e da falta de contato humano na pandemia, a importância de estarmos ao lado de quem amamos nunca ficou tão evidente. Estamos mais emotivos e reflexivos sobre o papel das nossas vidas.

Portanto, o valor do atendimento humanizado será ainda maior no novo normal. As pessoas estão cansadas da vida pela tela e valorizam a personalização do atendimento. Elas entendem que, por mais tecnologia que uma empresa tenha, uma coisa segue fazendo a diferença: os vínculos humanos em seus processos. 

Neste texto, procuramos mostrar como a reestruturação de empresas será fundamental para este momento de pandemia — e também para o futuro. Não sabemos ainda quais serão os impactos em longo prazo, mas entendemos que, mais do que nunca, a tecnologia e os processos voltados para o ser humano serão importantes. Assim, conseguiremos ter empresas e consumidores mais unidos, em busca de um mundo melhor. 

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